Sete anos dentro de cozinha de restaurante.

Comecei fotografando de tudo, como quase todo mundo começa: evento, produto, ensaio. A parte que me prendia era sempre a comida. O tempo curto entre o prato sair da cozinha e murchar, a luz que faz o molho brilhar sem parecer plástico, a diferença entre uma foto bonita e uma que faz alguém pedir.
Em algum momento parei de aceitar o resto. Passei a estudar empratamento, a conversar com cozinheiro em vez de com agência, a entender por que a mesma foto funciona no delivery e morre no menu impresso. Hoje é isso: uma frente só.
A Academia veio depois, por insistência de outros fotógrafos que perguntavam como eu fechava contrato com restaurante. Ensinar me obrigou a organizar o método, e isso melhorou o trabalho com cliente também.
Foto boa é a que vende o prato.


Quem responde sou eu, em até um dia útil.